quarta-feira, 8 de junho de 2011

Uma Cadeira e uma Quinta feira


Quinta feira à noite, o centro de Campina Grande sem grandes atrativos para uma boa volta, mas numa outra extremidade da cidade estava a começar um projeto cultural onde me reservava algumas surpresas, pois, lá vi como tudo que tinha para dá “errado” numa apresentação, deu certo. Por que dá errado? Rebato-lhe, também, com uma indagação: Como pode uma prévia de São João, com cantadores de um bom forró autêntico, ser realizado num local onde as pessoas ficam sentadas sem poder dançar?

Chego ao teatro, com a pontualidade que me faz com que não deixe ninguém esperar, às 6:25 da noite, pois o projeto no qual me referi chama-se: Projeto 6:30 (seis e meia), que por ventura começou pouco depois das 7 horas, daí minha primeira desconfiança, fiz logo uma pequena analogia com assistir domingo legal no sábado (risos).

terça-feira, 26 de abril de 2011

Diversidade na Feira Central de Campina Grande



O Esfigmomanômetro

“Santa palavra”, Diversidade. Saindo despretensiosamente para fazer algumas fotos destinadas a um trabalho de fotojornalismo para o professor Paulo Matias, que me fez acordar 5:30 da manhã pra não ter que ficar com uma nota ruim (isso se ele se sensibilizar com minha apresentação que será voltada para esse feito que o mesmo me “incentivou” a realizar), preciso confessar que foi muito bom o que vi naquele local tão conhecido por muitos e ignorado por tantos. Eis a